A Uveíte Recorrente Equina consiste numa doença imunomediada não especifica caracterizada por múltiplos episódios recorrentes ou persistentes de inflamação intraocular. Esta doença é considerada a principal causa de cegueira em equinos.
Os sinais clínicos associados a esta doença variam consoante o seu grau de evolução, mas é possível observar sinais de dor ou desconforto intraocular na maioria das situações. Alguns destes sinais são blefarospasmo, fotofobia e miose.
Diversos agentes infeciosos têm sido associados como mecanismo iniciador de uveíte em equinos, embora também existam causas não infeciosas. A doença infecciosa mais frequentemente associada a casos de uveíte em equinos é a Leptospirose, sendo que os sinais clínicos normalmente só ocorrem um ano após a infeção sistémica. No entanto e na maior parte das situações, não é possível determinar a causa inicial.
O tratamento médico tem como principais objetivos reduzir e controlar a inflamação intraocular e preservar a visão do equídeo. A terapia inicial consiste essencialmente na instituição de fármacos com propriedades anti-inflamatórias. Contudo, este tratamento não permite evitar novos episódios de inflamação no futuro. Felizmente, foram desenvolvidas novas técnicas, nomeadamente, a aplicação cirúrgica de implantes de ciclosporina intraoculares, promovendo uma libertação lenta e contínua desta substância, o que permite controlar mais eficazmente a inflamação a longo prazo.
A Uveíte Recorrente Equina (URE) consiste numa doença imunomediada não especifica caracterizada por múltiplos episódios recorrentes ou persistentes de inflamação intraocular. Esta doença é considerada a principal causa de cegueira em equinos, ocorrendo frequentemente o primeiro episódio de uveíte em adultos entre os 4 a 6 anos de idade.
Os sinais clínicos associados a esta doença variam consoante o seu grau de evolução, mas é possível observar sinais compatíveis com uveíte, como fotofobia, blefarospasmo, edema corrneal, flare, hipópion e miose. Em casos de uveíte crónica, é comum o desenvolvimento de cataratas secundárias, e degeneração vítrea.
Diversos agentes infeciosos têm sido associados como mecanismo iniciador de uveíte em equinos, embora também existam causas não infeciosas. A doença infecciosa mais frequentemente associada a casos de uveíte em equinos é a Leptospirose, sendo que os sinais clínicos normalmente só ocorrem um ano após a infeção sistémica. No entanto e na maior parte das situações, não é possível determinar a causa inicial.
O tratamento médico tem como principais objetivos reduzir e controlar a inflamação intraocular e preservar a visão do equídeo. A terapia inicial consiste essencialmente na instituição oral e tópica de anti-inflamatórios e antibióticos. Contudo, este tratamento não permite evitar novos episódios de inflamação no futuro. Felizmente, foram desenvolvidas novas técnicas, nomeadamente, a aplicação cirúrgica de implantes de ciclosporina intraoculares, promovendo a libertação lenta e continuada deste fármaco, o que permite controlar mais eficazmente a inflamação a longo prazo.
